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PRÓLOGO O MELHOR DE NÓS abrange três partes: Primeira parte - Jesus de Nazaré – divulgação dos conhecimentos científicos atuais sobre o homem que consideramos o melhor de nós, ou seja, o que a longa evolução da vida e da espécie humana produziu de melhor – uma abodagem para crentes e não-crentes; O significado de Jesus para a existência humana é tanto maior e mais relevante quanto mais participa da condição comum a todos os homens (Segundo) Estou convencido de que Jesus é o melhor que a humanidade já produziu. O potencial mais admirável de luz e esperança com que nós seres humanos podemos contar (Pagola). Segunda parte - Ressurreição, túmulo vazio, aparições, ascenção – os acontecimentos que determinaram a convicção de que Jesus continua vivo e atuante na construção do reino, cujo anúncio justificou sua vida – uma abordagem para crentes de diferentes matizes; Crer que Jesus ressuscitou? Ou crer naquele que vive? (Lenaers). Quem se aproxima das narrações da ressurreição com a ideia de saber o que é a ressurreição dos mortos não pode deixar de interpretar de modo errado tais narrações, acabando depois por pô-las de parte como coisa insensata (Ratzinger – Papa Bento XVI). A fé em Jesus Cristo ressuscitado transformou o pugilo de fugitivos desmoralizados num grupo de homens decididos e certos de serem invencíveis. Pode-se dizer que também os apóstolos conheceram a prova iniciatória da desesperança e da morte espiritual antes de ressurgirem para uma vida nova e se tornarem os primeiros missionários dos Evangelhos (Eliade – historiador romeno). Terceira parte - As fontes de informação sobre Jesus e sua mensagem; os Evangelhos e Cartas como expressões da vida de comunidades distintas; os caminhos trilhados pelas comunidades cristãs até o século IV, quando o cristianismo torna-se religião oficial do Império; expanção, diversificação e percalços das comunidades. Estêvão, em 36-37 (seis anos após a morte de Jesus), foi apedrejado: o primeiro mártir da fé cristã. No mesmo dia os “helenistas” foram expulsos de Jerusalém. A dispersão dos helenistas precipita o processo de missão entre os judeus da diáspora. É na diáspora que se desenvolve a cristologia. O título Filho do Homem – que em grego já não tem sentido – é substituido por Filho de Deus, ou Senhor (Kyrios); o termo “Messias “é traduzido para o grego (Kristós) e acaba por transformar-se em nome próprio: Jesus Cristo (Eliade). Paulo opunha-se a Roma ao lado de Cristo contra César não por que o Império fosse particularmente injusto ou opressor, mas por que o apóstolo questionava a própria normaliade da civilização uma vez que está sempre fora imperial, isto é injusta e opressora (Crossan) Somos não uma alma espiritual habitando um corpo, e sim uma faísca da forma como Deus expressa a si mesmo (Lenaers). Deus quer desigualdades, não injustiças (Grafite, num metrô) Obs.: a) Público alvo: prioritariamente aquele, jovem ou não, que vive e tenta entender nosso mundo contemporâneo, que avaliamos sedento de espiritualidade, mas, frequentemente avesso às práticas religiosas; b) Originalidade do projeto: apenas a organização, a seleção e a compilação dos textos. Nossas desculpas antecipadas aos seus autores por alguma omissão, seleção infeliz e interpretação equivocada; c) Inspiração: a primeira parte do projeto está bastante calcada em Jose Antonio Pagola – a quem prtestamos nossas homengens -, autor do livro” Jesus: aproximação histórica “ – Petrópolis:Vozes, 2011. d) Bibliografia: Livros efetivamente lidos para elaboração dos textos.
Parte I Textos
I
II
III
IV
V
VI
VII
VIII
IX
X
XI
XII
XIII
XIV
XV
XVI
XVII
XVIII
Parte II Textos
I
II
III
IV
V
VI
VII
VIII
IX
X
XI
XII
XIII
XIV
XV
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XVII
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XIX
XX
Parte III Textos
I
II
III
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